Aonde foi parar: Diogo Rincón


Chegou aos doze anos à base do Internacional, time de coração de Diogo. Por ser muito forte e veloz, características diferentes as dos outros atacantes da base Colorada, foi integrado ao elenco principal rapidamente. Antes disso, foi convocado para a Seleção Brasileira sub-17 que disputaria o Mundial. Jogando ao lado de Ronaldinho Gaúcho, Matuzalém e Fábio Pinto, marcou o primeiro gol da equipe na competição e conquistou seu primeiro título na carreira. Após ser uma das revelações do Gauchão 2002, que terminou com o título do Internacional, Rincón foi vendido para o Dinamo de Kiev, sendo o primeiro jogador brasileiro a jogar no futebol ucraniano. O atacante gaúcho foi um sucesso na Europa, tornando-se um ídolo para o clube de Kiev em seis temporadas. Ajudou o time a ser campeão de três Campeonatos Ucraniano, três Copas da Ucrânia e uma Supercopa. Viceu sua melhor fase na temporada 2006/07, marcando três gols na Liga dos Campeões e sendo um dos craques do Campeonato Ucraniano. Sofrendo com lesões e desejando retornar ao Brasil, foi emprestado para o Corinthians em 2008. Fora de forma e com problemas extra-campo, atuou em apenas onze partidas pelo Timão, não conseguindo repetir as boas atuações que teve no frio ucraniano. No ano de 2010, finalizou seu contrato com o Dinamo e acertou com o time grego Kavala. Em sete meses no clube, Diogo teve bom rendimento e marcou alguns gols, mas ficou sem receber salários durante todo o período que esteve na Grécia, rescindindo seu contrato com o time. Neste mesmo ano, ao estar de férias em Porto Alegre, foi vítima de um sequestro relâmpago, na qual foi feito de refém e assaltado. Sem muitas perspectivas na carreira, foi contratado pelo Canoas para disputar o Campeonato Gaúcho de 2012. Após quatro partidas e um gol anotado, Diogo sentiu problemas no joelho direito, resolvendo aposentar-se do futebol. Hoje em dia, o ex-atacante é dono de um restaurante, o DR15 Churrasquinho's Bar.


Blog C. Fernando

Administrador; 26 anos; Católico; Apaixonado por Eduarda Guidarini; Fanático por futebol; Futebol bonito não é melhor que o eficiente; Penalti não é loteria, mas sim treinamento e competência; Torcedor do Avaí, Real Madrid e Fiorentina.

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