Aonde foi parar: Rico


Atacante veloz e habilidoso, foi revelado pelas categorias de base do CSA, onde conseguiu se destacar e chamar a atenção dos olheiros do São Paulo. Ainda na base do Tricolor, não conseguiu ter oportunidades no time principal, já que nesta época o time do Morumbi contava com Luís Fabiano e Reinaldo no ataque. Foi emprestado para a Portuguesa Santista em 2003, onde editou uma ótima dupla com Souza, sendo a grande revelação do Paulistão e vice artilheiro com sete gols. Em seguida retornou ao São Paulo, tendo poucas oportunidades de mostrar seu futebol, já que mesmo com a saída de Reinaldo, teve Kleber e Diego Tardelli como rivais pela titularidade. Contudo, Rico teve boas atuações quando entrou em campo, marcando inclusive gols importantes. Deixou o Tricolor para jogar no Grêmio, conseguindo ainda menos oportunidades. Em seguida vestiu as cores do Criciúma, onde foi Campeão Catarinense e voltou a praticar um bom futebol. Com uma boa proposta financeira do Al-Muharraq, equipe do Bahrein, o atacante resolveu se aventurar no continente asiático. Em cinco anos, tornou-se ídolo do time ao conquistar o campeonato nacional quatro vezes, além da Copa da Ásia, sendo artilheiro desta competição com 19 gols anotados. Suas atuações pelo clube foi tão incríveis que ele marcou 117 gols em 127 jogos. Rico retornou ao Brasil em 2012, quando jogou pelo Náutico e pelo América RN. Alecrim e Vila Nova foram os times dos anos seguintes, contudo em todos ele não conseguiu ter sequência de jogos. Retornou para o Bahrein em 2015, e reencontrou seu futebol. Atualmente está jogando no Al-Hadd, aos 35 anos de idade.


Blog C. Fernando

Administrador; 26 anos; Católico; Apaixonado por Eduarda Guidarini; Fanático por futebol; Futebol bonito não é melhor que o eficiente; Penalti não é loteria, mas sim treinamento e competência; Torcedor do Avaí, Real Madrid e Fiorentina.

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