Top 10 Maiores Jogadores Brasileiros da História

10 - Nilton Santos: No ano de 2000, foi eleito pela FIFA o melhor lateral-esquerdo de todos os tempos. Nilton vestiu a camisa de apenas um clube em toda sua vida, o Botafogo. Foram ao todo 729 partidas e onze gols marcados. Ficou conhecido como "A Enciclopédia do Futebol" pelos seus conhecimentos sobre sobre o esporte e também por ser completo como jogador. Grande ídolo da história do Fogão, foi o primeiro lateral a arriscar subidas ao ataque, revolucionando a posição em que jogava, já que em sua época os laterais tinha apenas função defensiva. Foi campeão de oito títulos nacionais e oito internacionais pelo Botafogo. Vestindo as cores de nossa Seleção, Nilton Santos esteve no plantel das Copas do Mundo de 1950, 1954, 1958 e 1962, sendo bicampeão nas duas últimas. Disputou com a "Amarelinha" 75 partidas e marcou três gols. Faleceu recentemente, em 27 de novembro de 2013, vítima de uma infecção pulmonar.


9 - Falcão: Foi um jogador de grande técnica, bons passes, chutes certeiros e muita classe. É considerado até hoje o maior ídolo da história do Internacional. Falcão iniciou no Inter e atuou por sete anos na equipe, sendo o grande craque dos únicos três títulos do Brasileirão da história do clube (1975, 1976 e 1979). Após o estrondoso sucesso do volante colorado, a Roma decidiu levá-lo à Europa. Pelo time italiano, Falcão venceu duas Copas da Itália e o Campeonato Italiano 1982/1983, sendo o craque desta competição. Com o sucesso atingido atuando pelo clube da capital, Falcão foi apelidado de "O Rei de Roma". Voltou para o futebol brasileiro em 1986, quando foi contratado pelo São Paulo. Já em final de carreira, Falcão ainda venceu o Campeonato Paulista do ano, mas logo em seguida decidiu pendurar as chuteiras. Pela Seleção Brasileira, o volante disputou a Copa de 1982, na Espanha, fazendo parte daquela grande seleção que foi derrotada pala Itália de Paolo Rossi. Não disputou a Copa do Mundo de 1978 devido a problemas de relacionamento com o técnico Claudio Coutinho, na qual preferiu levar Chicão. Provavelmente teríamos um desempenho melhor na competição, caso Falcão fosse convocado. Após largar o futebol, o jogador foi técnico, jornalista e comentarista esportivo, devido a seu grande conhecimento sobre o esporte.


8 - Ronaldinho: Jogador de muita habilidade, preciso em seus chutes, lançamentos, bolas paradas e passes, Ronaldinho foi vencedor da Bola de Ouro nos anos de 2004 e 2005. Desde os sete anos, o craque já encantava a todos que assistiam os seus treinos no futebol de salão e na escolinha do Grêmio. Por ser irmão do ex-jogador Assis, teve facilidade de entrar no meio futebolístico. Em 1998, prestes a completar 18 anos, Ronaldinho estreiou como profissional pelo Grêmio em um jogo de Taça Libertadores. Ficou até 2001 no clube gaúcho, vencendo A Copa Sul e o Gauchão de 1999. Em uma transferência conturbada, assinou contrato com o PSG, frustrando os gremistas que ainda acreditavam na permanência do meia. Na França, Ronaldinho não conquistou títulos importantes, mas se destacou individualmente pelo time, com belos gols, dribles e assistências. Devido a problemas de relacionamento com o técnico, que não gostava das saídas noturnas do jogador, e a valorização após a grande atuação e o título da Copa do Mundo de 2002, Ronaldinho acerta sua transferência para o Barcelona. Aclamado desde sua chegada na Espanha, o craque se consagrou com atuações sensacionais, lances incríveis, golaços e principalmente os títulos. Venceu o Campeonato Espanhol na temporada 2004/2005 e também na temporada seguinte e a Champions League 2005/2006. Além de tudo que mostrou dentro de campo, foi como um "pai" no futebol para Messi, sendo o grande responsável pela rapidez com que o argentino se adaptou ao time principal do Barça. Em 2008, Ronaldinho acerta com o Milan. No time italiano, o craque vive altos e baixos devido a lesões e a demora para se adaptar ao novo país. Ronaldinho ficou até 2010 no clube de Milão sem vencer nenhuma competição importante e marcando apenas vinte gols. Anunciou sua vontade de voltar ao Brasil em 2011, e após ser pretendido por Flamengo, Grêmio e Palmeiras, assinou contrato com o clube carioca. Mal chegou e já foi campeão do Campeonato Carioca de 2011, vencendo a taça Guanabara e a Taça Rio. Fez boas partidas pelo mengão, mas após ter problemas com a Presidente Patrícia Amorim e o diretor de futebol Zinho, além de alegar atraso nos salários, Ronaldinho força o término de seu contrato e acerta com o Atlético Mineiro. Pelo Galo, Ronaldinho faz uma grande temporada, levando o time à Libertadores após atingir o segundo lugar no Brasileirão 2012. No ano seguinte foi um dos grandes jogadores na maior competição da América do Sul, conquistando-a. Ainda recebeu o prêmio de Rei da América 2013. Pela Seleção, o gaúcho teve maior destaque na Copa de 2002, sendo campeão e um dos grandes jogadores do torneio. Jogou ainda a Copa do Mundo de 2006, onde não teve muito sucesso. Ronaldinho ainda tem a chance de disputar a competição este ano, porém não vem sendo convocado por Felipão ultimamente, tornando difícil essa possibilidade.


7 - Didi: Foi um dos grandes nomes do primeiro título brasileiro em copas, em 1958. Didi também tornou-se um dos melhores jogadores da Copa seguinte, em que também foi campeão. É considerado como um dos maiores e mais elegantes meio-campistas da história do futebol. Além disso, distribuia belos passes e lançamentos aos atacantes, fazia gols com seus bons chutes de fora da área e era um grande cobrador de faltas. Foi o criador do chute de "folha seca", marcando gols inesquecíveis dessa maneira. Didi jogou por muitos times no Brasil, principalmente cariocas, tendo seu grande destaque pelo Fluminense, onde ganhou onze títulos, e pelo Botafogo. Também teve passagens marcantes pelo Real Madrid, Sporting Cristal e São Paulo. Pendurou as chuteiras aos 38 anos, e em seguida já virou técnico de futebol. Tornou-se o primeiro técnico a levar o Peru a uma Copa do Mundo, e isso aconteceu em 1970. Inclusive o país foi eliminado desta Copa pelo Brasil, sendo derrotado por 4x2. Teve grande destaque também comandando o time do Fenerbahçe, da Turquia, conquistando por duas vezes o Campeonato Turco. "O Príncipe Etíope de Rancho" (apelido dado à Didi por Nelson Rodrigues), faleceu no ano de 2001, devido a um câncer na região abdominal.


6 - Rivaldo: Um dos jogadores mais completos do país. Rivaldo dominava os seguintes fundamentos: passes, lançamentos, chutes, bolas paradas, cabeceio e dribles. Começou sua trajetória nas categorias de base do Santa Cruz e logo foi negociado com o Mogi Mirim. No time paulista fez grande campanha na série A2 do Paulistão. Com as grandes atuações, chamou a atenção do Corinthians, que o levou. No Timão, o meia alternou entre boas e regulares partidas, não garantindo a renovação de seu contrato. Mesmo saindo do Corinthians, continuou na capital paulista, acertando com o Palmeiras. Pelo Verdão, nos bons tempos de Parmalat, fez história, conquistando títulos, marcando golaços e época. Com o sucesso no time alvi-verde, o Deportivo la Coruña contratou o craque para substituir Bebeto, que havia trocado o clube espanhol pelo Flamengo. Apesar das dificuldades e do pouco tempo de adaptação, ele conseguiu fazer uma ótima temporada, marcando 21 gols e ajudando o clube a terminar na terceira colocação do Campeonato Espanhol. No final de sua primeira temporada na Europa, foi contratado pelo Barcelona por U$ 30 milhões para substituir Ronaldo, que tinha se transferido para a Inter de Milão. E foi no Barça que Rivaldo se consagrou. Marcou gols antológicos e Conquistou o Campeonato Espanhol nas temporadas 1997-1998 e 1998 -1999, além da Copa do Rei de 1998. Além disso foi jogando pelo Barcelona, em 1999, que Rivaldo conquistou o prêmio de melhor jogador do mundo. Em 2002, após o Barcelona contratar novamente o técnico holandês Louis van Gaal, seu desafeto, Rivaldo se transferiu para o Milan. Apesar de ter participado dos títulos da Copa da Itália e da Liga dos Campeões de 2003, ele não se conformava com a reserva. No ano seguinte, então, ele voltou ao Brasil, sendo anunciado como a grande contratação do Cruzeiro para a Libertadores. No entanto, sua passagem pelo clube mineiro foi muito fraca, fazendo poucos gols e não rendendo o esperado. Após a eliminação da Libertadores, e a dispensa do técnico Vanderley Luxemburgo, Rivaldo resolveu deixar o clube. Na sequência, Rivaldo foi para a Grécia, onde ganhou o tricampeonato grego (2005, 2006 e 2007) e o bi da Copa da Grécia (2005 e 2006) com o Olympiakos. Ele também teve uma passagem pelo AEK Atenas antes de se transferir para o Bunyodkor, do Uzbequisão, time pelo qual conquistou a Copa do Uzbequistão em 2008 e o bicampeonato nacional em 2008 e 2009, no clube comandado por Felipão. Nos últimos três anos, Rivaldo ainda teve passagens com pouco destaque pelo São Paulo, Kabuscorp, de Angola, e São Caetano, além do próprio Mogi Mirim, clube do qual é presidente e que lhe proporcionou a alegria de jogar ao lado do filho pouco antes de encerrar sua carreira. Pela Seleção Brasileira, Rivaldo teve destaque no time que ganhou a medalha de bronze nas Olimpíadas de Atlanta em 1996, na Copa de 1998 e principalmente na Copa de 2002, onde para mim foi o melhor jogador da competição.


5 - Zico: Como muitos craques do mundo, Zico começou no futsal. Destacando-se pelo seu drible, passe e chutes precisos, chamou a atenção do Flamengo, e aos catorze anos chegou a Gávea para jogar futebol de campo. Durante esta transição das quadras para os gramados, Zico recebeu um treinamento e fortalecimento físico especial, tornando-o mais forte. Ao ser lançado ao time principal, o craque ainda demorou três anos para se tornar titular, porém quando tornou-se virou o maior ídolo da nação rubro-negra. De 1971 à 1983, Zico foi o grande responsável pelos títulos do Mengão. O clube venceu neste período os Brasileirões de 80/82/83, os cariocas de 72/74/78/79/81, a Libertadores de 1981 e o maior de todos, o Mundial Interclubes de 1981. Mesmo não sendo um atacande de ofício, Zico marcava muitos gols. Neste período balançou as redes 509 vezes, tendo sua virtude mais destacada nas cobranças impecáveis de faltas. Em 1983, Zico aceita proposta da Udinese, mudando-se para a Itália. Apesar de muitos considerarem sua passagem pela Udinese um fracasso, vejo como uma boa passagem. Zico marcou 56 gols em 79 jogos, fez com que a Udinese vencesse times que nunca havia vencido anteriormente, levou o clube a boas posições na tabela, marcou golaços e foi adorado pelos torcedores. Em 1985, o "Galinho" volta ao seu clube de coração, o Flamengo, onde "conquistaria" o Brasileirão de 1987*. Porém antes do título, ainda em 1985, os festejos da torcida deram lugar à sofrimento. Após sofrer falta desleal de Márcio Nunes, jogador do Bangu, Zico teve torções nos dois joelhos e no tornozelo esquerdo, contusão na cabeça do perônio esquerdo e profundas escoriações na perna direita. Teve de se submeter a três cirurgias no joelho e a longo período de recuperações devido as consequentes problemas musculares. Só optou por elas pois teria de encerrar a carreira se não as fizesse. A resposta aos que já o consideravam um ex-jogador, veio em fevereiro de 1986, em um Fla x Flu. Zico marcou inacreditáveis três gols e teve uma atuação sensacional. Em 1989, Zico decidiu que encerraria sua carreira, mas dois anos mais tarde, mudaria de ideia após convite feito pelo time japonês Kashima Antlers. Sua passagem pelo país oriental, é hoje apontadoa como uma das principais razões da popularização e profissionalização do futebol no país, que finalmente promoveria a primeira edição profissional do campeonato japonês em 1993. Zico aposentou-se em 1994, e mesmo não tendo conseguido o titulo do Campeonato Japonês, Zico é considerado o grande ídolo do esporte no país. Pela Seleção Canarinho, Zico atuou em 89 partidas, marcando 66 gols. Fez grandes partidas por nossa querida Seleção, mas teve a infelicidade de nunca ter conquistado uma Copa do Mundo, mesmo disputando as edições de 78/82/86.


4 - Ronaldo: Eis o maior artilheiro da história das Copas do Mundo. Ronaldo marcou 15 gols nas quatro Copas que disputou (94/98/02/06). Além disso, venceu duas edições, sendo um dos protagonistas em 2002. Foi eleito pela FIFA o melhor jogador do mundo nos anos de 1996, 1997 e 2002. Flamenguista assumido desde criança, Ronaldo fez testes no clube de seu coração quando menino. Sem sucesso no clube carioca, tentou a sorte no Cruzeiro, onde realizou seu sonho de ser jogador de futebol. Pelo clube mineiro, Ronaldo teve uma ascensão meteórica, mostrando todo seu diferencial já aos dezesseis anos no time profissional. Em 46 jogos, marcou 44 gols, sendo artilheiro em duas competições pelo clube. Com o sucesso repentino, foi vendido ao PSV, que buscava um substituto para Romário. Na Holanda, foi artilheiro novamente, marcando 54 gols em 57 jogos. Não conquistou o Campeonato Holandes, mas individualmente ganhou muito destaque com a artilharia. Teve problemas seus primeiros problemas com o joelho, e após algum tempo parado, voltou a tempo de disputar a final da Copa Holandesa, sendo campeão. Foi contratado pelo Barcelona no ano seguinte, novamente com a missão de substituir Romário. Pelo Barça, Ronaldo teve atuações memoráveis e gols fora do comum, passando por cima das defesas adversárias. Foi artilheiro do Campeonato Espanhol, porém mais uma vez não foi o vencedor da competição. No ano seguinte, acertou com a Inter de Milão, que desejava o craque desde a época em que estava no Cruzeiro. Em Milão, fez mais uma temporada brilhante, sendo vice artilheiro. Em 1999 seus problemas no joelho começaram a piorar, e em uma partida contra o Lecce, teve sua lesão agravada, necessitando de uma cirurgia. Passados cinco meses de recuperação, Ronaldo entraria novamente em campo, desta vez contra a Lazio. Logo no seu primeiro drible, o joelho direito saiu do lugar, resultando em uma lesão extremamente grave. Foram longos quinze meses de recuperação, voltando em 2001 aos gramados. Apesar da torcida de todos pela sua volta, duvidava-se que ele voltaria a ser o grande jogador que era. Lesões musculares e contraturas o incomodaram na sua volta ao futebol, porém os joelhos já não eram mais o problema. A Inter continuou acreditando no craque, e após a excelente Copa do Mundo jogada, na qual o fez ser rotulado de "O Fenômeno", recebeu Ronaldo com muita festa e certeza de que com a volta de seu bom futebol os títulos viriam. Porém problemas de relacionamento o fizeram forçar sua saída, acertando com o Real Madrid na temporada 2002/2003. Pelos Merengues, fez parte dos "Galáticos" (Beckham, Figo, Rául, Roberto Carlos e Zidane), vencendo o Campeonato Espanhol de 2003 e 2007. Saiu do clube em 2007, após começar a ficar na reserva de Van Nistelrooy e a ser criticado pelo seu excesso de peso. Transferiu-se em seguida para o Milan. Conviveu com muitas lesões e polêmicas pelo seu "tamanho", ficando apenas uma temporada no clube. Decidido a voltar o Brasil, Ronaldo treinou por alguns meses no Flamengo, fazendo parecer que sua vontade de jogar pelo clube se realizaria. Porém o inesperado acontece, o Ronaldo, alegando que não recebeu nenhuma proposta do Flamengo, anuncia acerto com o Corinthians. Apesar de estar muito acima do peso ideal, Ronaldo faz duas boas temporadas pelo clube, marcando gols e conquitanto um Paulistão e uma Copa do Brasil.


3 - Garrincha: Manuel dos Santos, o Garrincha, foi um dos jogadores mais habilidosos da história. Conhecido por seus dribles "abusados" e desconcertantes, suas pernas tortas, seus chutes de longa distância com as duas pernas e por ser um grande "mulherengo", foi o maior ídolo da história do Botafogo. Pelo clube carioca, marcou 245 gols em 614 jogos disputados. Foi campeão de dezoito torneios pelo Glorioso, tendo grande destaque em todos eles. Também teve passagens pelas equipes: Portuguesa da Ilha, Flamengo, Corinthians, Júnior de Barranquilha e Olaria. Pela Seleção Brasileira, Garrincha foi um dos grandes jogadores brasileiros das Copas de 1958 e 1962, conquistando os dois primeiros títulos de nosso país. Disputou ao todo 60 partidas oficiais pela Seleção, marcando dezesseis gols. Garrincha sempre manifestou problemas com o alcoolismo, e no dia 20 de janeiro de 1983, com apenas 49 anos de idade, faleceu vítima de cirrose.


2 - Romário: O atual deputado, é considerado com um dos ou o melhor jogador dos anos 90. Arrancadas incríveis, dribles e principalmente o faro de gol, foram as principais características deste jogador dentro de campo. Fora dos gramados, Romário sempre foi muito sincero e polêmico, arrumando muitos atritos durante a carreira. Para mim o melhor finalizador de todos os tempos, se tivesse uma oportunidade dificilmente perdia. Não é a toa que se tornou um dos poucos jogadores a marcar mais de 1000 gols. O "baixinho" começou sua carreira no Vasco da Gama, seu time do coração. Com as grandes atuações e o grande número de gols, chamou a atenção do PSV. Em 1988 acertou sua ída para Holanda, onde ficou por cinco anos. Neste período foi campeão da Eredivise (Campeonato Holandês) por três vezes. Deu muito trabalho ao técnico Guus Hiddink, que teve de "segurar a barra" com as festas e malandragens do craque. Hiddink certa vez disse: "O jogador mais interessante com quem já trabalhei foi Romário. Era o tipo de cara que fazia gols com facilidade. Antes de partidas cruciais, quando se está um pouco nervoso, ele chegava para mim e dizia "coach, tranquilo, Romário vai marcar e nós vamos ganhar. E ele realmente marcava". Marcou 165 gols em 163 partidas pelo PSV. Em 1993, acertou com o Barcelona. Pelo clube catalão, fez grande parceria com Hristo Stoichkov no título do Campeonato Espanhol de 1993/1994. Inclusive, suas grandes atuações lhe trouxeram o título de Melhor Jogador do Mundo de 1994. No ano seguinte, Romário manifestou sua vontade de voltar ao Rio. Com a oferta do Flamengo, o Barcelona nada pode fazer, cedendo o atacante ao time brasileiro. No Mengão, Romário teve grandes momentos de 1995 até 1999, tornando-se o terceiro maior artilheiro da história do clube. Durante esse período, o Flamengo o emprestou ao Valência em duas oportunidades. Ainda em 1999, acerta seu retorno ao Vasco, reeditando dupla de ataque com Edmundo, que ora era desafeto, ora é amigo. No ano seguinte, vence a taça Guanabara, o Campeonato Brasileiro e a Mercosul. Romário ainda teve passagens pelo Fluminense, Al-Sadd, Miami FC, Adelaide United e uma partida pelo América-RJ (clube do coração de seu pai). Na Seleção Brasileira, o baixinho fez 85 partidas oficiais e 71 gols. Foi campeão da Copa América de 1989 e 1997 e Copa das Confederações 1997. Em Copas do Mundo, participou em um jogo em 1990, sendo eliminado a má campanha. Porém em 1994, foi o grande personagem da Copa, sendo o grande craque do Brasil e conquistando o título mais cobiçado do mundo futebolístico. Poderia ter disputado as Copas de 1998 e 2002, mas foi cortado ás vesperas na primeira e não lembrado por Felipão na segunda.


1 - Pelé: O Rei do futebol mundial. Considerado o melhor jogador de todos os tempos, Edson Arantes do Nascimento tornou-se uma "lenda". Começou a jogar no Santos aos quinze anos, pela seleção nacional aos dezeseis, e venceu sua primeira Copa do Mundo FIFA aos dezesete.  Sua técnica e sua capacidade atlética natural, receberam notórios elogios na época em que estava nas categorias de base. Por ter sido muito dedicado e profissional, com os treinamentos recebidos, se tornou um dos jogadores mais completos de todos os tempos. Habilidade, dribles, bons passes, chute potentes com ambas as pernas, excelente cabeceio, arrancadas devastadoras e o precioso faro de gol, foram as marcas registradas do Rei. Jogou praticamente toda sua vida pelo Santos, marcando 1088 em 1114 partidas disputadas. Venceu pelo clube: Dez Paulistões; quatro vezes o Torneio Rio-São Paulo; seis Brasileirões; duas Taça Libertadores; dois Mundiais de Clubes. Após anunciar sua aposentadoria, recebeu uma proposta interessante do Cosmos, dos Estados Unidos, para jogar a Liga Norte-Americana e ajudar a incentivar o esporte no país. Fez a alegria da torcida americana atuando por três anos no clube, onde chegou a ser companheiro do "kaiser" Beckenbauer, em 1977. Pela Seleção, é um dos atletas mais vitoriosos da história, conquistando nada menos que três Copas do Mundo (1958/1962/1970). É disparado o maior artilheiro de nossa Seleção, marcando 95 gols em 123 jogos.


Blog C. Fernando

Administrador; 26 anos; Católico; Apaixonado por Eduarda Guidarini; Fanático por futebol; Futebol bonito não é melhor que o eficiente; Penalti não é loteria, mas sim treinamento e competência; Torcedor do Avaí, Real Madrid e Fiorentina.

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