Seleção da Sétima Rodada do Brasileirão 2016

1 - Gatito Fernández (Figueirense): Ainda sem a confiança do torcedor, surpreendeu ao fazer pelo menos quatro grande defesas, garantindo a vitória de seu clube. Nota: 8,5.

2 - William (Internacional): Em grande fase, teve mais uma ótima atuação. Teve eficiência na marcação e sempre que subiu ao ataque causou perigo. Foram duas assistências na partida. Nota: 8,5.

3 - Maicon (São Paulo): Apesar da derrota de seu time, ele não teve culpa nos gols e ainda marcou o único gol do São Paulo. Também interceptou muitas bolas e chutou uma bola na trave. Nota: 8,5.

4 - Bruno Rodrigo (Cruzeiro): Bem nos cortes e no posicionamento, também teve importante papel no ataque, marcando o gol da vitória. Nota: 8.

5 - Otávio (Atlético Paranaense): Já era quase perfeito nos passes, acertando 28 na partida. Estava bem na marcação e comandava o meio campo. Para melhorar, recebeu belo passe de Léo, se apresentou ao ataque e finalizou com categoria. Nota: 8,5.

6 - Reinaldo (Ponte Preta): Particularmente, acho Reinaldo um jogador fraco para uma série A de Brasileirão, mas me contrariando, fez um jogo excepcional. Sem problemas com a marcação, infernizou o setor direito da Chape a cada investida. Primeiro cruzou para Felipe Azevedo abrir o placar, e no final do jogo, deu dois chapéis e construiu a jogada que resultou no gol da vitória. Nota: 8.

7 - Joel (Santos): Com muita mobilidade, apareceu constantemente para o jogo. Deu uma bela assistência para Zeca marcar, e no segundo tempo marcou o segundo do Peixe. Nota: 8.

8 - Diego Souza (Sport): Sempre se destacando, não foi diferente em Curitiba. O Sport perdeu, mas isoladamente, Diego fez ótima partida, controlando o meio de campo e marcando os dois gols do time. Nota: 8,5.

9 - Aylon (Internacional): Com menos de dez minutos de jogo, fez dois gols em duas complicadas finalizações. Não participou muito no resto da partida, mas fez o que o centroavante precisa fazer. Nota: 8,5.

10 - De Arrascaeta (Cruzeiro): Com as três assistências para os três gols da Raposa, dribles desconcertantes, raça e bons passes, foi o nome do clássico. Nota: 9,5.

11 - Rafael Moura (Figueirense): Assim como Aylon do Inter, fez o papel de atacante e marcou o gol do triunfo. Também participou do jogo com boa proteção de bola para a chegada dos companheiros. Nota: 7,5.

TÉCNICO: Dorival Júnior (Santos): Mesmo sem Grafite no time adversário, o Santa Cruz levava perigo com os pontas velozes e os laterais, mas Dorival soube conter as investidas e aproveitar os espaços deixados pelo time pernambucano. Nota: 8.


Blog C. Fernando

Administrador; 26 anos; Católico; Apaixonado por Eduarda Guidarini; Fanático por futebol; Futebol bonito não é melhor que o eficiente; Penalti não é loteria, mas sim treinamento e competência; Torcedor do Avaí, Real Madrid e Fiorentina.

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